“Tive uma professora de português e literatura no colégio que dizia não pedir redações aos alunos porquê não seriam capazes de produzir mais do que páginas em branco. Ela também dizia achar que homossexualismo era doença. É um exemplo negativo específico, claro, mas que sempre compromete o trabalho sério de outros professores. Tive ótimos professores também, pessoas inspiradoras e motivadas, e admiro os que conseguem manter o idealismo apesar das dificuldades”, disse o escritor e designer gráfico Samir Machado numa entrevista no LITERATURA CLANDESTINA (19/07/10).
Reportagem no jornal “Estado de São Paulo” sobre os livros de Samir e do também escritor Antonio Xerxeneski, comprovando o que já sabíamos: talentos transbordando literatura!
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