
O jornalista André L. M. Almeida, de Alagoinhas (BA), anda comendo o livro “Fragmentos”, de Marilyn Monroe. “Entre os trechos, existem alguns que falam de seu casamento com o escritor Arthur Miller. ‘Acho que não existe mais amor. Se eu olhar de perto, verei coisas que não quero ver: tensão, tristeza, desapontamento. Quando alguém quer ficar sozinho, como meu amor indica, o outro tem que se afastar’, diz. Em 1958 – quatro anos antes de sua morte – ela escreve: ‘Socorro, socorro, socorro. Sinto que a vida se aproxima quando o que eu mais quero é morrer’. Os escritos da maior sexy symbol de todos os tempos mostram que ela era uma ávida leitora. Gostava de Joyce e citava, em seu diário, Freud e John Milton. Os cadernos começaram quando ela tinha apenas 17 anos. Neles, também falou sobre sua carreira, mas sem muito ânimo. Como num trecho escrito na época de uma filmagem: ‘Estou cansada. Em busca de como interpretar meu papel. Toda minha vida sempre me deprimiu. Como posso interpretar uma garota alegre, jovem e cheia de esperança?’. Apesar de triste o livro é lindo!”
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